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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tudo Sobre - D-Efeitos (Grupo de Dança)


A história do D-Efeitos teve início quando Andre Bidu, dançarino viciado em música e pesquisador desde 2003, conheceu o gênero musical Glitch. Foi ouvindo o clássico álbum Crying over pros for no reason, de edIT (Los Angeles), que decidiu formular um trabalho que construísse algo novo – “alguma coisa, qualquer coisa!”. A ideia, ainda sem identidade, começou a ser moldada em 2008 com os dançarinos André Dedo e Renan Livi.
Os efeitos corporais das coreografias inspiram-se no estilo Glitch Hop, músicas com “defeitos de programação” ritmados que, naturalmente, instigam movimentos fragmentados, vibrados e (des)acelerados – baseados nas técnicas de danças urbanas como waving, animation, robotting warping. Faz parte da essência D-Efeitos juntar  à qualquer apresentação elementos da Glitch Art – cores vibrantes e sensação futurista, meio nerd e não-cool. Na década de 90 o termo surgiu para categorizar a exploração dos erros como ferramenta de expressão artística e assim se consolidou, como um padrão estético da era digital.
Em 2009 o grupo foi premiado com primeira colocação nas três competições nacionais que competiu: Festival Mery Rosa (SC), Festival Passo de Arte (SP) e Festival de Dança de Joinville (SC). No mesmo ano venceu a primeira temporada da competição de talentos promovida em rede nacional pela emissora de TV SBT, “Qual é o seu talento?”.
No ano seguinte o grupo viajou o país como convidado especial de uma série de eventos de dança, para fazer pockets shows e divulgar os novos trabalhos coreográficos. Voltou ao palco do Festival de Dança de Joinville, considerado peloGuinness Book o maior evento do gênero do mundo, para conquistar o bicampeonato e ter Andre Bidu indicado para o prêmio de melhor coreógrafo da competição.
A visibilidade do grupo, tanto na TV quanto na internet, fez a procura pelo termo “D-Efeitos”, em curtíssimo tempo, atingir milhões de acessos  em sites de compartilhamento de vídeo, blogs, comunidades online e redes sociais. Hoje, o grupo mergulha em um processo de estudo e experimentação que mescla dança urbana eGlitch Art, para estimular as sensações e sentimentos dos espectadores por meio de suas apresentações.
Shows/Apresentações: Frank Ejara
Imprensa/Produção: Larissa Tietjen

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